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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>&#8220;As vozes das ruas precisam ser ouvidas&#8221;, presidenta Dilma Rousseff</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:34:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do Planalto &#8211; Em discurso em cerimônia no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (18), a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil &#8220;acordou mais forte&#8221; depois dos protestos que ocorreram em dezenas de cidades na segunda-feira. Ela elogiou os manifestantes, a polícia, por não ter cometido excessos, e fez um autoelogio ao seu governo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Planalto &#8211; Em discurso em cerimônia no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (18), a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil &#8220;acordou mais forte&#8221; depois dos protestos que ocorreram em dezenas de cidades na segunda-feira. Ela elogiou os manifestantes, a polícia, por não ter cometido excessos, e fez um autoelogio ao seu governo.</p>
<p>&#8220;O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia. A força da voz da rua e o civismo da nossa população. É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pai, o avô juntos com a bandeira do Brasil cantando o Hino Nacional, dizendo com orgulho eu sou brasileiro e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles.&#8221;</p>
<div>
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<h3><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">&#8220;Essas vozes, que ultrapassam os mecanismos tradicionais, os partidos políticos e a própria mídia, precisam ser ouvidas&#8221;, afirmou em discurso durante</span><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> </span><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">lançamento do novo marco da mineração no Brasil</span><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">.</span></h3>
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<h3><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">&#8220;A minha geração sabe quanto isso nos custou. Eu vi ontem um cartaz muito interessante que dizia: &#8216;Desculpe o transtorno, estamos mudando o país&#8217;. Quero dizer que meu governo está ouvindo essas vozes por mudanças&#8221;, afirmou.</span></h3>
</div>
<p>A presidente louvou o caráter pacífico das manifestações, inclusive da parte da Polícia Militar, mas observou que os &#8220;atos isolados de violência contra pessoas e patrimônio&#8221; deveriam ser punidos. &#8220;O caráter pacífico dos atos de ontem evidenciou também o correto tratamento dado pela segurança pública à livre manifestação popular. Conviveram pacificamente. Infelizmente, é verdade, ocorreram atos minoritários isolados de violência contra pessoas e contra o patrimônio público e privado, que devem condenar e punir com rigor. Toda violência é destrutiva.&#8221;</p>
<p>Segundo ela, porém, a violência &#8220;não ofuscou o espírito pacífico das pessoas que foram às ruas pacificamente pedir pelos seus direitos&#8221;.</p>
<p>Dilma elencou ainda os diversos motivos que levaram milhares de pessoas às ruas de várias cidades do Brasil ontem.</p>
<p>&#8220;A mensagem direta das ruas é por mais cidadania, por mais escolas, melhores hospitais, direito de participação. Essa mensagem das ruas mostra a exigência de melhorias no transporte a preço justo, e o direito de influir nas decisões de todos os governos. Essa mensagem das ruas é de repúdio à corrupção e ao uso indevido de dinheiro público e comprova o valor intrínseco da democracia, da participação dos cidadãos por seus direitos.&#8221;</p>
<div id="mod_enquete_9737">
<h1><span style="font-weight: normal;"><span style="font-size: x-small;">Ontem, em breve nota oficial, a presidente Dilma Rousseff defendeu as manifestações</span><span style="font-size: 13px;">, d</span></span><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">esde que pacíficas. &#8220;As manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia. É próprio dos jovens se manifestarem&#8221;, afirmou a presidente em texto divulgado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.</span></h1>
</div>
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		<title>Paulo Motoryn, militante do MPL: &#8220;De acordo com a revista, o descontentamento dos manifestantes se deve também à corrupção, à criminalidade…Falácia&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 15:11:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da Carta Capital &#8211; Desde o ato da última quinta-feira contra o aumento da passagem do transporte público em São Paulo, em que a violência e a repressão policial viraram notícia em todo o planeta, mais uma ameaça ronda o sucesso das manifestações organizadas pelo Movimento Passe Livre: a instrumentalização do povo. A evidente mudança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da Carta Capital &#8211; Desde o ato da última quinta-feira contra o aumento da passagem do transporte público em São Paulo, em que a violência e a repressão policial viraram notícia em todo o planeta, mais uma ameaça ronda o sucesso das manifestações organizadas pelo Movimento Passe Livre: a instrumentalização do povo.</p>
<p>A evidente mudança de postura da imprensa em relação aos protestos deve ser motivo de desconfiança, não de festa. Isso porque nos últimos dias imperou o comentário: “Agora até a grande mídia defende as manifestações”. Como se isso fosse algo positivo.</p>
<p>Por um lado, a máxima “não é só pelos 20 centavos” conseguiu convencer diversos setores da população a ir às ruas. Por outro, abriu uma questão polêmica: se o aumento da passagem foi só o estopim, o que mais nos incomoda? Quais são os reais motivos do fim da letargia política em São Paulo?</p>
<p>É fato, o reajuste do preço transporte só provocou a revolta necessária para que o paulistano percebesse o óbvio: política se faz nas ruas. No entanto, a recusa ao modelo de sociedade atual tem de ser deixada clara. Isso porque os perigos da apropriação do movimento são reais.</p>
<p>Na sua última edição, <em>Veja</em> contrariou sua linha editorial e se posicionou a favor das manifestações. Quando um veículo que representa o que há de mais reacionário na sociedade apoia movimentos sociais, há no mínimo um ponto de extrema relevância para refletir.</p>
<p>Mas as páginas de <em>Veja</em> só revelam a nova postura dos veículos da imprensa dominante: já que não podem mais controlar ou evitar a multidão, manipulam seus objetivos. De acordo com a revista, o descontentamento dos manifestantes se deve também à corrupção, à criminalidade…Falácia.</p>
<p>É evidente que essas questões também são importantes, mas os jovens que estão nas ruas estão preocupados com questões muito mais profundas. A juventude está mostrando que não quer compartilhar dos valores individualistas, consumistas e utilitaristas da geração de seus pais.</p>
<p>O grito dos jovens está longe de bradar contra os “mensaleiros”, contra a inflação, contra as políticas sociais de transferência de renda. O movimento é progressista por natureza e agora tem de saber lidar com uma ameaça feroz: a direitização.</p>
<p>O aparelho midiático que serve a esses interesses já foi acionado. A grande imprensa já está mobilizada para maquiar o movimento de acordo com um ideário conservador, por isso o povo precisa fazer seu recado ser entendido.</p>
<p>Sob hipótese nenhuma podemos nos alinhar aos Datenas, Jabores e Pondés.</p>
<p>O que queremos é derrubar as barreiras entre ricos e pobres, quebrar os muros entre centro e periferia, consolidar o povo como um ator político de importância ímpar e lutar por um Brasil com justiça social, sem desigualdade e com oportunidades iguais para todos e todas. Nada mais. E nada menos.</p>
<p>Vamos à luta!</p>
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		<title>Padilha anuncia que Brasil já é autossuficiente na produção de vacinas contra vírus da gripe</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 14:13:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da Folha &#8211; O Brasil já tem o domínio de todas as etapas de produção da vacina contra o vírus da gripe influenza (H1N1). O anúncio será feito hoje, em Brasília, pelo ministro Alexandre Padilha, da Saúde. O Instituto Butantan, responsável pelas vacinas brasileiras, chegou a produzir 6,5 milhões de doses aplicadas na campanha de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/114472-monica-bergamo.shtml">Da Folha</a> &#8211; O Brasil já tem o domínio de todas as etapas de produção da vacina contra o vírus da gripe influenza (H1N1). O anúncio será feito hoje, em Brasília, pelo ministro Alexandre Padilha, da Saúde.</p>
<p>O Instituto Butantan, responsável pelas vacinas brasileiras, chegou a produzir 6,5 milhões de doses aplicadas na campanha de imunização deste ano no país, ou 15% do total. Nos últimos anos, o laboratório francês Sanofi Pasteur transferiu a tecnologia que tornou possível a fabricação.</p>
<p>A previsão é que, em 2015, o Butantan consiga produzir o suficiente para abastecer toda a demanda nacional. O país hoje fabrica 21 vacinas, ou 94% do total usado no Brasil.</p>
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		<title>Menor taxa de fecundidade e uma população mais velha</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 18:26:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do Globo &#8211; O Rio vem passando por um processo veloz de mudanças na sua composição demográfica. A cidade vive um envelhecimento, antecipando o movimento que começou a ocorrer no país como um todo. Segundo os técnicos do IPP, a maior parcela da população se encontra na faixa entre 25 e 29 anos, 8,8% dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oglobo.globo.com/rio/menor-taxa-de-fecundidade-uma-populacao-mais-velha-8709206">Do Globo</a> &#8211; O Rio vem passando por um processo veloz de mudanças na sua  composição demográfica. A cidade vive um envelhecimento, antecipando o  movimento que começou a ocorrer no país como um todo. Segundo os  técnicos do IPP, a maior parcela da população se encontra na faixa entre  25 e 29 anos, 8,8% dos moradores da cidade. Uma das causas para isso  seria uma taxa menor de fecundidade.</p>
<p>Segundo  o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, o Rio é o estado que envelhece  mais rapidamente e onde a taxa de fecundidade cai de forma mais  acelerada no país.</p>
<p>— A fecundidade já vinha caindo no estado e,  especialmente, na capital. Desde 2000, o processo se acelerou na  população mais pobre, e a quantidade de crianças de 0 a 4 anos começou a  diminuir. O número absoluto de crianças nas favelas caiu, entre os anos  de 2000 e 2010. No asfalto, isso vinha acontecendo desde a década de  1990.</p>
<p>Já os dados sobre migração indicam que, se a cidade ainda  atrai imigrantes de todo país e do exterior, também vê parte de seus  habitantes partir. Os dados compilados do Censo de 2010 mostram um saldo  migratório de menos 115 mil pessoas, excluindo dessa conta quem deixou o  estado para morar fora do país. Ou seja, naquele ano, mais gente havia  deixado a cidade para outros municípios do Brasil do que se estabelecido  nela.</p>
<p>Em contrapartida, os números indicam que o Rio está  atraindo cada vez mais imigrantes qualificados. Entre eles, estrangeiros  como a francesa Vanina Vicencini, de 31 anos.</p>
<p>Graduada em  Ciências Políticas, ela se apaixonou pelo Rio durante um intercâmbio em  2000. Nove anos depois voltou à cidade e decidiu não ir embora.</p>
<p>—  No início, pareceu-me muito exótico viver numa cidade grande e tão perto  da natureza. Mas essa relação me encantou — diz Vanina, que trabalha  num home office em seu apartamento, em Botafogo — Conheço muitos  estrangeiros que ficam na cidade pelo mesmo motivo.</p>
<p>De acordo com o  estudo do IPP, 22,2% pessoas que vêm para a cidade têm, pelo menos, o  ensino superior completo; enquanto, entre os que a deixam, os graduados  são apenas 18,3%.</p>
<div></div>
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		<title>Amigos se despedem de Tatiana Belinky</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:08:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da Folha &#8211; Foi enterrado ontem à tarde, no Cemitério Israelita da Vila Mariana (zona sul de São Paulo), o corpo da escritora Tatiana Belinky, que morreu no sábado, aos 94 anos, de causa não divulgada. Mais cedo, cerca de 80 pessoas estiveram no velório, na casa dela, no Pacaembu (zona oeste). Segundo amigos, Belinky [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleNew">
<p><strong>Da Folha</strong> &#8211; Foi enterrado ontem à tarde, no Cemitério Israelita da Vila Mariana  (zona sul de São Paulo), o corpo da escritora Tatiana Belinky, que  morreu no sábado, aos 94 anos, de causa não divulgada.</p>
<p>Mais cedo, cerca de 80 pessoas estiveram no velório, na casa dela, no  Pacaembu (zona oeste). Segundo amigos, Belinky havia sofrido um AVC  (acidente vascular cerebral) há pouco e desenvolvera um princípio de  pneumonia.</p>
<p>Ao longo da carreira, ela se dividiu entre os ofícios de poeta,  contista, tradutora, roteirista, dramaturga e crítica de teatro e  literatura infantis.</p>
<p>Em mais de 200 livros, Belinky inventou um mundo de aventuras completo, salpicado de prosa e poesia sempre bem-humoradas.</p>
<p>Quem não se lembra do livro &#8220;Dez Sacizinhos&#8221; (1998)? Ou das peripécias  de &#8220;A Operação do Tio Onofre&#8221; (1985), em que crianças e adultos brincam  de mudar o nome das coisas? Já em &#8220;Que Horta!&#8221; (1987), a autora se põe a  inventar plantas engraçadas ao modo de Edward Lear (1812-1888), como  &#8220;rabamate&#8221; e &#8220;palmipolho&#8221;.</p>
<p>Além das criações originais, são notáveis as adaptações que Belinky  assinou de obras e mitos estrangeiros, como &#8220;A Saga de Siegfried&#8221;  (Companhia das Letrinhas), &#8220;O Nariz&#8221; (Ática), a partir do conto do russo  Nicolai Gógol, e &#8220;Di-versos Alemães&#8221; (Scipione), com quatro traduções  de poemas de Goethe.</p>
<p>Também verteu ao português textos de Turguêniev, Tolstói, Púchkin, Tchékhov, Makarenko, Kipling e Dickens, entre outros.</p>
<p>A escritora tornou célebres entre as crianças os &#8220;limeriques&#8221;, estrofes  rimadas e levemente cômicas decalcadas dos &#8220;limericks&#8221; ingleses do  século 19, cujo representante maior foi Lear, precursor de Lewis Carroll  (1832-1898), outro autor que Belinky transpôs ao português.</p>
<p>Os tais versos se desdobraram em &#8220;Medoliques&#8221;, &#8220;Cacoliques&#8221;,  &#8220;Bisaliques&#8221;, &#8220;Bregaliques&#8221;, &#8220;Mandaliques e &#8220;Limeriques da Cocanha&#8221;.</p>
<p><strong>ORIGEM RUSSA</strong></p>
<p>No livro de memórias &#8220;Transplante de Menina&#8221;, ela retraça sua chegada ao  Brasil, aos dez anos, em 1929, vinda de Riga, na Letônia. Ela nascera  na russa Petrogrado (hoje São Petersburgo).</p>
<p>Em 1948, Belinky fundou o Teatro-Escola de São Paulo. Há registros de  que a primeira montagem voltada ao público mirim paulistano, um &#8220;Peter  Pan&#8221;, teria estreado ali ainda naquele ano.</p>
<p>Em 1952, ela e o marido, o educador Julio Gouveia (1914-1988), adaptaram  para a TV Tupi &#8220;O Sítio do Picapau Amarelo&#8221;, de Monteiro Lobato.  Tratou-se da primeira transposição da obra para a tela. O casal também  produziu telepeças para o &#8220;Teatro da Juventude&#8221; (Tupi).</p>
<p>No campo institucional, nos anos 1960, Belinky presidiu a Comissão  Estadual de Teatro de São Paulo e, no âmbito desta, foi líder da  Comissão de Teatro Infantojuvenil Na década seguinte, colaborou para a <strong>Folha</strong> com resenhas de livros e espetáculos infantis.</p>
<p><strong>PRÊMIO JABUTI</strong></p>
<p>Em 1989, recebeu o Prêmio Jabuti na categoria de personalidade literária  do ano; em 1991, ganharia distinção da Fundação Abrinq pelos Direitos  da Criança.</p>
<p>Mantendo até há pouco publicações em diferentes casas editoriais,  Belinky assinou versos a um só tempo prosaicos e vivazes. Como estes,  pinçados de &#8220;Limeriques das Coisas Boas&#8221;: &#8220;O parque, o jardim, a  floresta&#8230;/ Na rede, um gosto de sesta&#8230;/ Na escola, no lar,/ Brincar e  sonhar&#8230;/Viver pode ser uma festa!&#8221;.</p>
<p>Belinky deixa um filho, o jornalista, tradutor e escritor Ricardo Gouveia.</p>
<div>
<p><strong>MÔNICA RODRIGUES DA COSTA</strong> é jornalista e poeta, doutora em comunicação e semiótica pela PUC-SP</p>
<p><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Belink1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-31171" title="Belink1" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Belink1.jpg" alt="Belink1 Amigos se despedem de Tatiana Belinky" width="438" height="292" /></a></p>
</div>
</div>
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		<title>Nota da Executiva Municipal do PT</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 19:45:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do DMSP - As recentes manifestações na cidade de São Paulo contra o aumento da tarifa de ônibus, trem e metrô para R$3,20, lideradas por vários movimentos sociais, dentre eles o MPL Movimento do Passe Livre, trazem para pauta do dia as péssimas condições de transporte e de descaso com a mobilidade urbana na cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dmptsp.org.br/local/3370-nota-da-executiva-municipal-do-pt">Do DMSP </a>- As recentes manifestações na cidade de São Paulo contra o aumento da tarifa de ônibus, trem e metrô para R$3,20, lideradas por vários movimentos sociais, dentre eles o MPL Movimento do Passe Livre, trazem para pauta do dia as péssimas condições de transporte e de descaso com a mobilidade urbana na cidade de São Paulo nos últimos anos.</p>
<p>O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores vem, através de sua Executiva, trazer algumas considerações sobre os acontecimentos.</p>
<p>A defesa por um transporte público de qualidade para todos os paulistanos sempre foi uma bandeira do partido. Foram nas gestões petistas na cidade que tivermos os maiores avanços nesta área, tais como Bilhete Único (que permitiu a maior economia da historia para os usuários frequentes do sistema de ônibus), corredores de ônibus, integração com os Terminais, enfim uma efetiva prioridade para um sistema público eficiente e mais barato para o usuario.</p>
<p>O Partido dos Trabalhadores sempre defendeu a legitimidade dos movimentos populares na luta por melhorias, seja no transporte, saúde, habitação e demais serviços públicos, de forma pacífica, democrática, com total liberdade de expressão.</p>
<p>Os focos localizados de violência, praticados por parte de alguns manifestantes ocorridos nos últimos três dias na cidade de São Paulo não podem levar à criminalização da luta legítima por transporte público e de qualidade na cidade.</p>
<p>Repudiamos a ação truculenta e sem dialogo da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que tem sido a mesma nas greves de Professores do estado, da saúde, dos movimentos populares em geral, sob o comando das gestões do PSDB no Estado.</p>
<p>O Governo Democrático e Popular liderado pelo prefeito Fernando Haddad já está apresentando para população de São Paulo ações que constam em nosso Programa de Governo na área de transporte público, como Bilhete Único Mensal que começará a funcionar em novembro agora, que reduzirá custos com o transporte para muitos paulistanos, a construção de 150 km novos de corredores na cidade para ampliar a velocidade média dos ônibus, também serão licitados 11 novos terminais, nas zonas Sul, Leste e mais um na zona Norte.</p>
<p>Teremos também a ampliação das ciclovias na cidade, fazendo com que o trabalhador possa deixar o carro em casa e se dirigir a um metrô ou terminal usando a bicicleta.</p>
<p>Pela primeira vez nos últimos anos o reajuste da tarifa foi muito abaixo da inflação, exigindo um enorme esforço orçamentário da prefeitura que levará a um subsidio recorde de mais de 1,2 bilhões de reais. O prefeito cumpriu o que prometeu na campanha: reajustes abaixo da inflação.</p>
<p>Sabemos bem, porque estamos nesta luta há décadas, que o transporte continua caro e pesa muito no bolso do trabalhador e das famílias.</p>
<p>É necessário discutir seriamente as formas de financiamento de uma tarifa menos onerosa para a população.</p>
<p>A presidente Dilma já deu o primeiro passo, desonerando o transporte público do pagamento do PIS-COFINS. Precisamos avançar mais. O Estado de São Paulo pode e deve desonerar o ICMS do diesel para o transporte publico, permitindo abaixar ainda mais a tarifa. E registramos ainda que é necessária uma fonte permanente de subsidio à tarifa, oriunda daqueles que utilizam o transporte particular.</p>
<p>Dirigimos-nos a todos que lutam por transporte publico de qualidade e com tarifas mais baixas para estabelecer uma pauta programática com objetivos de curto e médio prazo para ampliar esta luta.</p>
<p>A negociação de uma pauta de melhoria do transporte público e de tarifas menos impactantes aos usuários do sistema exige um desarmamento de espíritos e a busca do diálogo. Temos a certeza que o prefeito Haddad tem essa disposição. Da nossa parte buscaremos com todas as forças criar condições para esse diálogo entre todos que lutam por uma cidade mais justa.</p>
<p>São Paulo, 14 de junho de 2013.</p>
<p>Executiva Municipal do Partido dos Trabalhadores</p>
<p><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Protestos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-31168" title="Protestos" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Protestos-500x281.jpg" alt="Protestos 500x281 Nota da Executiva Municipal do PT" width="500" height="281" /></a></p>
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		<title>Confronto se agrava em SP, com mais prisões e feridos</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do Globo &#8211; O quarto e mais violento dia de protestos contra o reajuste da tarifa do transporte público transformou, novamente, o Centro da capital paulista em um campo de batalha &#8211; desta vez marcado pela pesada ação da Tropa de Choque da PM contra o grupo que tomava as principais avenidas da cidade. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/6/14/tensao-urbana-confronto-se-agrava-em-sp-com-mais-prisoes-e-feridos">Do Globo</a> &#8211; O quarto e mais violento dia de protestos contra o reajuste da tarifa do transporte público transformou, novamente, o Centro da capital paulista em um campo de batalha &#8211; desta vez marcado pela pesada ação da Tropa de Choque da PM contra o grupo que tomava as principais avenidas da cidade. A operação policial feriu manifestantes e diversos jornalistas que faziam a cobertura do ato. Não houve acordo com o governo e a prefeitura para a redução das tarifas. Os organizadores do Movimento Passe Livre (MPL) anunciaram que os protestos não vão parar. Nova mobilização foi convocada para a próxima segunda-feira.</p>
<p>Após o confronto, o grupo postou nas redes sociais um recado: &#8220;Já avisamos, enquanto a tarifa não baixar, a cidade vai continuar parada&#8221;. O quarto dia de protestos, em uma semana, começou de forma pacífica no início da noite em frente ao Theatro Municipal de São Paulo. Cerca de 20 mil pessoas, segundo os organizadores, caminharam por mais de uma hora. A confusão começou quando a multidão chegou ao final do percurso que havia sido combinado com a Polícia Militar.</p>
<p>Na esquina das ruas da Consolação e Maria Antônia &#8211; famoso palco de repressão nos anos da ditadura militar -, enquanto organizadores do MPL negociavam com a PM a continuidade da passeata, policiais da Força Tática entraram no meio dos manifestantes atirando bombas de gás lacrimogêneo. Alguns participantes do protesto reagiram com rojões e pedras. Houve tiros de balas de borracha. Muitas pessoas que aguardavam uma decisão sobre o destino do ato, encurraladas, gritaram por socorro e pediram que não houvesse violência.</p>
<p>Mas a batalha continuou. Manifestantes se dispersaram em diversos grupos, e os confrontos se multiplicaram, chegando à região da Avenida Paulista. Na rua de um badalado restaurante, manifestantes e policiais se enfrentaram. Duas barricadas foram erguidas na rua. O comércio fechou as portas.</p>
<p>O jornal &#8220;Folha de S. Paulo&#8221; informou que teve sete repórteres atingidos por tiros de balas de borracha. Dois deles no rosto. Uma repórter foi atingida no olho quando estava num estacionamento na Augusta: um carro da Rota se aproximou e um PM atirou contra ela.</p>
<p>Antes mesmo do início da caminhada, os PMs detiveram, para averiguação, 137 pessoas, das quais oito continuavam presas durante a noite de ontem. Na Avenida Paulista, até mesmo quem deixava o trabalho foi abordado por policiais. No local, a Tropa de Choque e a Cavalaria da PM impediram qualquer ocupação. Ao menos, 41 pessoas foram detidas, segundo a Polícia Militar. O número é o maior desde a primeira manifestação organizada pelo MPL, na semana passada. A maioria delas, ainda conforme a polícia, foi levada à delegacia para averiguação.</p>
<p>A polícia adotou um procedimento diferente ontem à noite do que vinha usando nos atos anteriores. Um cordão de isolamento foi feito no entorno do local da concentração do protesto, no Theatro Municipal, para que houvesse uma revista de quem chegava para o ato. A PM informou ter apreendido nesse pente-fino dois coquetéis Molotov, máscaras, álcool e uma faca.</p>
<p>Entre os detidos estava o jornalista da revista &#8220;Carta Capital&#8221; Piero Locatelli. Ele tinha na mochila um frasco de vinagre. O produto é usado para aliviar os efeitos do gás lacrimogêneo, apesar de sua eficácia não ser comprovada. A detenção do jornalista, que estava no local a trabalho, foi condenada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e pela Anistia Internacional. Outro jornalista também chegou a ser detido: o fotógrafo Fernando Borges, do Portal Terra, passou 40 minutos com as mãos nas costas e de frente para uma parede, mas foi liberado.</p>
<p>Alguns ônibus foram pichados e lixeiras, destruídas. Em muros foram escritas frases contra o prefeito Fernando Haddad (PT) e palavras de ordens como &#8220;polícia fascista&#8221;.</p>
<p>A Secretaria de Segurança informou que a Corregedoria da PM apura os episódios envolvendo jornalistas. A sede da prefeitura foi cercada por grades e homens da Guarda Civil Metropolitana.</p>
<p>Foto: Rodrigo Paiva / Estadão Conteúdo</p>
<p><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/20130613063747_cv_protest_gde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-31154" title="20130613063747_cv_protest_gde" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/20130613063747_cv_protest_gde.jpg" alt="20130613063747 cv protest gde Confronto se agrava em SP, com mais prisões e feridos" width="380" height="285" /></a></p>
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		<title>Rui Falcão conclama militantes em Curitiba e pede reeleição de Dilma Rousseff</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[coro]]></category>
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		<category><![CDATA[ortodoxo]]></category>
		<category><![CDATA[quinta feira]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Gabinete &#8211; O presidente do PT e deputado estadual, Rui Falcão, em discurso preparado para evento de comemoração dos dez anos do PT na presidência da República, na noite desta quinta-feira, em Curitiba, pede a mobilização dos militantes petistas para reeleger a presidente Dilma Rousseff. “Para cumprir nossa missão, é fundamental, agora, travar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/PT10ANOS8.jpg"></a>Do Gabinete</strong> &#8211; O presidente do PT e deputado estadual, Rui Falcão, em discurso preparado para evento de comemoração dos dez anos do PT na presidência da República, na noite desta quinta-feira, em Curitiba, pede a mobilização dos militantes petistas para reeleger a presidente Dilma Rousseff. “Para cumprir nossa missão, é fundamental, agora, travar uma ampla disputa de ideias na sociedade, para derrotar os profetas do caos, os porta-vozes do neoliberalismo, os agourentos do terrorismo econômico — esta barulhenta torcida do contra, cujo coro ortodoxo vocaliza tons numa escala que vai de um ex-presidente da República até uma desmoralizada agência de avaliação de risco e suas notas fajutas”, afirma.</p>
<p>“Em recente programa de TV de seu partido, um de nossos futuros oponentes, em tom de campanha eleitoral, propôs juros mais elevados e o corte de gastos públicos. Traduzindo o economês do candidato — cuja concepção mescla ideias de garças e tucanos — as medidas sugeridas podem afundar novamente o Brasil numa recessão”, diz o texto.</p>
<p>E continua: “O discurso do candidato insiste no corte de gastos, que pode incidir sobre benefícios da Previdência, do salário-desemprego, da assistência social e, porque não, do Bolsa Família (que apelidavam de “bolsa esmola”) e de outros programas sociais. Nós repelimos as receitas de uma austeridade que só serve para ferrar o povo e engordar os rentistas”.</p>
<p>O presidente do PT afirma ainda, na versão escrita do discurso, que “está em curso no país um deliberado movimento passadista, inconformado, solerte, cuja intenção é a de criar – no povo que eles imaginam desavisado – um clima de insatisfação, insegurança, desconfiança e pessimismo”.</p>
<p>“Tenho dito e repito aqui: são quatro grandes monopólios ou oligopólios que urge desmontar: o monopólio do dinheiro, controlado pelo capital financeiro; o monopólio da terra, em mãos dos latifundiários que se opõem à reforma agrária; o monopólio do voto, garantido pelo financiamento privado e o poder econômico; e o monopólio da opinião e da informação, dominado pelos barões da mídia”.</p>
<p><strong>Leia a integra do discurso do presidente do PT:</strong></p>
<div id="_mcePaste">Quando eu denunciei, dias atrás, o terrorismo</div>
<div id="_mcePaste">eleitoral, condenando os boatos frequentes e</div>
<div id="_mcePaste">maldosos que lançam contra o PT e o nosso</div>
<div id="_mcePaste">governo, o partido da mídia conservadora gastou</div>
<div id="_mcePaste">tinta e impropérios tentando me intimidar. Porém,</div>
<div id="_mcePaste">basta acompanhar com atenção o que se veicula</div>
<div id="_mcePaste">diariamente, para confirmar a nossa advertência.</div>
<div id="_mcePaste">Não falamos de fantasmas, nem de qualquer teoria</div>
<div id="_mcePaste">conspiratória. Só não vê quem não quer: está em</div>
<div id="_mcePaste">curso no País um deliberado movimento, passadista,</div>
<div id="_mcePaste">inconformado, solerte, cuja intenção é a de criar –</div>
<div id="_mcePaste">no povo que eles imaginam desavisado – um clima</div>
<div id="_mcePaste">de insatisfação, insegurança, desconfiança e</div>
<div id="_mcePaste">pessimismo.</div>
<div id="_mcePaste">Tudo se passa, na cabeça desta gente, como se o</div>
<div id="_mcePaste">medo fosse capaz de matar a esperança dos</div>
<div id="_mcePaste">brasileiros. Contudo, na história recente do Brasil – é</div>
<div id="_mcePaste">sempre bom recordar – nenhum temor, nenhuma</div>
<div id="_mcePaste">ameaça, nenhuma campanha alarmista foram</div>
<div id="_mcePaste">capazes de abalar a convicção da maioria do povo</div>
<div id="_mcePaste">na hora de fazer suas escolhas. Porque ele já</div>
<div id="_mcePaste">aprendeu que a sua vida melhora quando as</div>
<div id="_mcePaste">mudanças que beneficiam a maioria avançam e se</div>
<div id="_mcePaste">consolidam, como vem ocorrendo em nosso País. E,</div>
<div id="_mcePaste">digo a vocês, militantes, dirigentes, presidenta</div>
<div id="_mcePaste">Dilma, presidente Lula, do fundo do coração: estou</div>
<div id="_mcePaste">confiante em que, mais uma vez, a nossa gente irá</div>
<div id="_mcePaste">trilhar o caminho que o Brasil vem percorrendo com</div>
<div id="_mcePaste">sucesso nos últimos dez anos. O caminho do</div>
<div id="_mcePaste">desenvolvimento sustentável, com distribuição de</div>
<div id="_mcePaste">renda, geração de empregos e inclusão social.</div>
<div id="_mcePaste">Por isso, nossa militância – e aqui incluo dirigentes,</div>
<div id="_mcePaste">parlamentares, executivos municipais, estaduais e</div>
<div id="_mcePaste">federais – precisam ficar cada vez mais próximosdos movimentos sociais organizados, que são a</div>
<div id="_mcePaste">linha de frente e a retaguarda estratégica do nosso</div>
<div id="_mcePaste">projeto nacional.</div>
<div id="_mcePaste">São eles, afinal, que reconhecem a importância e o</div>
<div id="_mcePaste">valor das mudanças que o PT e nossos aliados, com</div>
<div id="_mcePaste">Lula e Dilma na liderança, vêm realizando há 10</div>
<div id="_mcePaste">anos no Brasil. E nossa tarefa, nesse momento, é</div>
<div id="_mcePaste">criar as condições para a reeleição da companheira</div>
<div id="_mcePaste">Dilma, a fim de consolidar as mudanças</div>
<div id="_mcePaste">conquistadas e promover reformas estruturais, na</div>
<div id="_mcePaste">área tributária no sistema político-eleitoral, no</div>
<div id="_mcePaste">aparelho de Estado e na comunicação social.</div>
<div id="_mcePaste">Tenho dito e repito aqui: são quatro grandes</div>
<div id="_mcePaste">monopólios ou oligopólios que urge desmontar: o</div>
<div id="_mcePaste">monopólio do dinheiro, controlado pelo capital</div>
<div id="_mcePaste">financeiro; o monopólio da terra, em mãos dos</div>
<div id="_mcePaste">latifundiários que se opõem à reforma agrária; o</div>
<div id="_mcePaste">monopólio do voto, garantido pelo financiamento</div>
<div id="_mcePaste">privado e o poder econômico; e o monopólio da</div>
<div id="_mcePaste">opinião e da informação, dominado pelos barões da</div>
<div id="_mcePaste">mídia.</div>
<div id="_mcePaste">Companheiros e companheiras,</div>
<div id="_mcePaste">Para cumprir nossa missão, é fundamental, agora,</div>
<div id="_mcePaste">travar uma ampla disputa de idéias na sociedade,</div>
<div id="_mcePaste">para derrotar os profetas do caos, os porta-vozes do</div>
<div id="_mcePaste">neoliberalismo, os agourentos do terrorismo</div>
<div id="_mcePaste">econômico – esta barulhenta torcida do contra, cujo</div>
<div id="_mcePaste">coro ortodoxo vocaliza tons numa escala que vai de</div>
<div id="_mcePaste">um ex-presidente da República até uma</div>
<div id="_mcePaste">desmoralizada agência de avaliação de risco e suas</div>
<div id="_mcePaste">notas fajutas.</div>
<div id="_mcePaste">Toda esta campanha odiosa pretende, no curto</div>
<div id="_mcePaste">prazo, minar o apoio e baixar a popularidade donosso governo; no médio prazo, influir nas</div>
<div id="_mcePaste">pesquisas e no pleito de 2014. Finalmente, visa a</div>
<div id="_mcePaste">destruir o atual modelo de desenvolvimento para</div>
<div id="_mcePaste">retornar a um passado de triste memória.</div>
<div id="_mcePaste">Companheiros e companheiras,</div>
<div id="_mcePaste">Neste cenário de ofensiva da direita conservadora et</div>
<div id="_mcePaste">caterva, não se admite contemplação nem</div>
<div id="_mcePaste">passividade. É hora de sair a campo, de conjugar</div>
<div id="_mcePaste">respostas incisivas e prontas do governo com a</div>
<div id="_mcePaste">mobilização nacional da militância em defesa do</div>
<div id="_mcePaste">nosso projeto nacional. Os fatos estão aí a nosso</div>
<div id="_mcePaste">favor para desbastar a manipulação, o jogo sujo e</div>
<div id="_mcePaste">ação daqueles que operam para impedir o povo de</div>
<div id="_mcePaste">enxergar os reais problemas enfrentados hoje no</div>
<div id="_mcePaste">País e no mundo.</div>
<div id="_mcePaste">Agora mesmo, saíram os números mais recentes da</div>
<div id="_mcePaste">inflação, mostrando que o ritmo da alta desacelerou,</div>
<div id="_mcePaste">apesar das expectativas negativas incutidas pelos</div>
<div id="_mcePaste">analistas apegados a tomates e batatas. Com um</div>
<div id="_mcePaste">aumento de 0,37% em maio, o índice ficou abaixo</div>
<div id="_mcePaste">dos 0,55% de abril. Foi a menor taxa desde junho de</div>
<div id="_mcePaste">2012. Porém, as flutuações estatísticas só</div>
<div id="_mcePaste">interessam aos adversários quando se elevam, pois</div>
<div id="_mcePaste">a eles pouco importa se o investimento está em</div>
<div id="_mcePaste">alta, se o emprego continua a ser gerado e se a</div>
<div id="_mcePaste">indústria cresceu 8,4% em abril em contraste com o</div>
<div id="_mcePaste">mesmo mês de 2012.</div>
<div id="_mcePaste">Quando se informa que há hoje no Brasil mais de 12</div>
<div id="_mcePaste">mil obras em andamento, parte delas para romper</div>
<div id="_mcePaste">os gargalos da infraestrutura sucateada em décadas</div>
<div id="_mcePaste">de abandono e descaso por governos anteriores, é</div>
<div id="_mcePaste">mais uma prova – segundo os apologistas do</div>
<div id="_mcePaste">neoliberalismo – de intervencionismo e má gestão.Eles entoam a mesma cantilena quando se deparam</div>
<div id="_mcePaste">com o fato de que dos 50 maiores projetos em</div>
<div id="_mcePaste">construção no planeta, 14, catorze encontram-se</div>
<div id="_mcePaste">em território pátrio!</div>
<div id="_mcePaste">Como registrou há pouco no site “Carta Maior” o</div>
<div id="_mcePaste">corajoso articulista Saul Leblon, a causa comum por</div>
<div id="_mcePaste">trás desta suposta ignorância “é ajoelhar o Brasil de</div>
<div id="_mcePaste">Dilma no altar dos mercados internacionais”.</div>
<div id="_mcePaste">Companheiros e companheiras,</div>
<div id="_mcePaste">Em recente programa de TV de seu partido, um de</div>
<div id="_mcePaste">nossos futuros oponentes, em tom de campanha</div>
<div id="_mcePaste">eleitoral, propôs juros mais elevados e o corte de</div>
<div id="_mcePaste">gastos públicos. Traduzindo o economês do</div>
<div id="_mcePaste">candidato &#8212; cuja concepção mescla idéias de garças</div>
<div id="_mcePaste">e tucanos &#8212; as medidas sugeridas podem afundar</div>
<div id="_mcePaste">novamente o Brasil numa recessão. Semelhante</div>
<div id="_mcePaste">àquela de 2002, quando o Brasil só não quebrou</div>
<div id="_mcePaste">porque o presidente Lula, eleito em novembro</div>
<div id="_mcePaste">daquele ano, afiançou junto ao FMI as dívidas que</div>
<div id="_mcePaste">herdara, Só para relembrar: com o dólar a R$ 4,00, o</div>
<div id="_mcePaste">Brasil contabilizava uma dívida bruta de 80% e uma</div>
<div id="_mcePaste">dívida líquida de 60% do PIB! Atualmente, a dívida</div>
<div id="_mcePaste">líquida do País está próxima de 35% do PIB e com</div>
<div id="_mcePaste">reservas internacionais beirando 400 bilhões de</div>
<div id="_mcePaste">dólares!</div>
<div id="_mcePaste">O discurso do candidato insiste no corte de gastos,</div>
<div id="_mcePaste">que pode incidir sobre benefícios da Previdência, do</div>
<div id="_mcePaste">salário-desemprego, da assistência social e, porque</div>
<div id="_mcePaste">não, do Bolsa Família (que apelidavam de “bolsa</div>
<div id="_mcePaste">esmola”) e de outros programas sociais.</div>
<div id="_mcePaste">Companheiros e companheiras,</div>
<div id="_mcePaste">Seria um enorme retrocesso, num cenário deretração da economia mundial, cortar o gasto</div>
<div id="_mcePaste">público no Brasil. Ou reduzir o crédito, sobretudo</div>
<div id="_mcePaste">dos bancos estatais que eles tentaram privatizar. Ao</div>
<div id="_mcePaste">contrário, o governo Dilma acaba de lançar o novo</div>
<div id="_mcePaste">Plano Agrícola e Pecuário, o chamado Plano Safra,</div>
<div id="_mcePaste">com um aumento de 18% em relação ao ano</div>
<div id="_mcePaste">passado: são R$ 136 bilhões para fomentar um</div>
<div id="_mcePaste">setor que cresceu 17% no cotejo do primeiro</div>
<div id="_mcePaste">trimestre deste ano sobre igual período de 2012.</div>
<div id="_mcePaste">Vale ressaltar as dotações para a agricultura</div>
<div id="_mcePaste">familiar, que precisa ser mais ainda incentivada,</div>
<div id="_mcePaste">assim como se faz necessário direcionar mais</div>
<div id="_mcePaste">recursos para acelerar a reforma agrária.</div>
<div id="_mcePaste">Os oportunistas de plantão alegam que não se pode</div>
<div id="_mcePaste">manter o crescimento a partir do consumo, dos</div>
<div id="_mcePaste">ganhos salariais, do crédito, do gasto público e do</div>
<div id="_mcePaste">mercado interno. Em sua arenga, opõem o consumo</div>
<div id="_mcePaste">ao investimento, como se fosse possível dissociá-</div>
<div id="_mcePaste">los.Ocorre que, graças ao fortalecimento do</div>
<div id="_mcePaste">mercado interno, da geração de empregos, da</div>
<div id="_mcePaste">política salarial, da abertura de novos mercados e</div>
<div id="_mcePaste">da ação do Estado, planejando e induzindo o</div>
<div id="_mcePaste">desenvolvimento, é que o Brasil espancou a crise</div>
<div id="_mcePaste">que flagela a maioria dos países. Nós repelimos as</div>
<div id="_mcePaste">receitas de uma austeridade que só serve para</div>
<div id="_mcePaste">ferrar o povo e engordar os rentistas! Nós nos</div>
<div id="_mcePaste">recusamos ao déjà vu dos modelos falidos, que</div>
<div id="_mcePaste">provocam desemprego, recessão e miséria!</div>
<div id="_mcePaste">Eles clamam contra o chamado custo Brasil. Mas</div>
<div id="_mcePaste">quando o governo Dilma toma providências para</div>
<div id="_mcePaste">reduzir impostos da produção, modernizar portos,</div>
<div id="_mcePaste">aeroportos, ferrovias, de defesa comercial de nossas</div>
<div id="_mcePaste">mercadorias, de estímulo ao conteúdo nacional –</div>
<div id="_mcePaste">eles e outros repetem: queremos mais, queremosmais! E quando o nosso governo, enfrentando</div>
<div id="_mcePaste">interesses poderosos, resolve baixar os preços da</div>
<div id="_mcePaste">energia para as empresas e os consumidores</div>
<div id="_mcePaste">residenciais, eles reclamam e fazem tudo para</div>
<div id="_mcePaste">sabotar.</div>
<div id="_mcePaste">Companheiros e companheiras,</div>
<div id="_mcePaste">Nada melhor que os fatos: mais de dois terços da</div>
<div id="_mcePaste">população, consultada em pesquisa recente acham</div>
<div id="_mcePaste">que o Brasil está no caminho certo e 57%</div>
<div id="_mcePaste">reconhecem que o País melhorou nos últimos 6</div>
<div id="_mcePaste">meses.</div>
<div id="_mcePaste">A mesma sondagem indica que resultaram inúteis</div>
<div id="_mcePaste">as tentativas de incutir pessimismo na sociedade:</div>
<div id="_mcePaste">72% dos pesquisados acreditam que em 2014 o</div>
<div id="_mcePaste">Brasil estará melhor que agora. Mais ainda: 82%</div>
<div id="_mcePaste">confiam em que a vida também vai melhorar. Resta</div>
<div id="_mcePaste">uma mensagem para os saudosistas da oposição:</div>
<div id="_mcePaste">em quinze áreas examinadas pelos pesquisadores</div>
<div id="_mcePaste">(que vão da defesa das mulheres ao combate à</div>
<div id="_mcePaste">inflação, passando pela saúde, educação e</div>
<div id="_mcePaste">segurança pública), os governos Lula e Dilma</div>
<div id="_mcePaste">suplantam com larga vantagem os oito anos do</div>
<div id="_mcePaste">governo FHC.</div>
<div id="_mcePaste">Por tudo isso é que não podemos retroceder, nem</div>
<div id="_mcePaste">ceder às pressões de famosos analistas de suposto</div>
<div id="_mcePaste">saber técnico cujos conselhos jogaram nosso país no</div>
<div id="_mcePaste">abismo. É fundamental consolidar o modelo</div>
<div id="_mcePaste">baseado no desenvolvimento sustentável, com</div>
<div id="_mcePaste">soberania, inclusão social, distribuição de renda,</div>
<div id="_mcePaste">geração de empregos, ampliação de oportunidades</div>
<div id="_mcePaste">e mais democracia. Afinal, este é o projeto nacional</div>
<div id="_mcePaste">que o povo, por três vezes, consagrou nas urnas.</div>
<div id="_mcePaste">Não vamos permitir que eles nos roubem estagrande conquista!</div>
<div id="_mcePaste">Vamos juntos, vamos às ruas, vamos à luta. Com a</div>
<div id="_mcePaste">garra e a coragem da militância!</div>
<p><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/PT10ANOS8.jpg"><img title="PT10ANOS8" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/PT10ANOS8-500x287.jpg" alt="PT10ANOS8 500x287 Rui Falcão conclama militantes em Curitiba e pede reeleição de Dilma Rousseff" width="500" height="287" /></a></p>
<div>Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula</div>
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		<title>PT na Alesp &#8211; Tarifa Zero: É preciso tempo e ponderação</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 19:51:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Informativo da Liderança &#8211; No dia 1° de junho houve aumento das tarifas públicas dos transportes em São Paulo, nos trens, metrô e ônibus o que desencadeou uma série de protestos. Outras manifestações do mesmo cunho já tinham ocorrido em cidades como Florianópolis, Porto Alegre e está acontecendo também na cidade do Rio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ptalesp.org.br/informativo/?edicao=86&amp;key=07vuIQn1q1">Do Informativo da Liderança</a> &#8211; No dia 1° de junho houve aumento das tarifas públicas dos transportes em  São Paulo, nos trens, metrô e ônibus o que desencadeou uma série de  protestos.</p>
<p>Outras manifestações do mesmo cunho já tinham ocorrido em cidades como  Florianópolis, Porto Alegre e está acontecendo também na cidade do Rio  de Janeiro.</p>
<p>Os protestos são organizados pelo Movimento Passe Livre &#8211; MPL que  defende a tarifa zero nos transportes públicos. Ele foi criado em 2005  em Porto Alegre, mas já existia a Campanha pelo Passe Livre. Em 2003  houve a Revolta do Buzu, em Salvador e a Revolta das Catracas em  Florianópolis, em 2004 e 2005.</p>
<p>A pauta principal do MPL, segundo consta no sítio do movimento, é que os  transportes sejam pagos por impostos progressivos, através de uma  reforma tributária feita pela Prefeitura, de forma que pague menos quem  tem menos e quem não tem nada, não pague. E uma parte dos recursos  advindos dessa reforma sejam canalizados para custear o transporte  público.</p>
<p>Já o MDT, Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de  Qualidade para Todos, foi criado em setembro de 2003 como um movimento  suprapartidário apoiado por cerca de 450 entidades dos mais diversos  setores da sociedade (movimentos sociais, populares e sindicais,  empresários, universidades, poder público, profissionais liberais, entre  outros). Seu objetivo é inserir na agenda social e econômica do país o  transporte público como um direito para todos. Um dos objetivos do MDT é  o barateamento do transporte público urbano.</p>
<p>Não há nenhum grande sistema de transporte público gratuito no mundo. Os  países mais ricos subsidiam as tarifas, mas foi um movimento realizado  paulatinamente ao longo de mais de 40 anos.</p>
<p>Na França os usuários pagam o equivalente a 30% do valor da tarifa de  transporte, os outros 70% são subsidiados pelo poder público.</p>
<p>A princípio, a imprensa tratou o protesto em São Paulo como se ele fosse  somente dirigido ao transporte municipal de São Paulo. Inclusive o  governador Geraldo Alckmin equivocadamente num primeiro momento, disse  que era um problema da prefeitura.</p>
<p>Mas o movimento é claro e abrange também o Metrô, a CPTM e a EMTU sob gestão do governo paulista.</p>
<p>A tarifa do ônibus municipal de São Paulo tinha sido reajustada pela  penúltima vez em 1° de janeiro de 2011, passou de R$ 2,70 para R$ 3,00,  11,11% de aumento. Até o dia 1° de junho de 2013, a inflação variou  15,96%. Dessa forma a tarifa deveria ir para R$ 3,47.</p>
<p>O governo municipal com o auxílio do governo federal, que abriu mão do  PIS-COFINS das operadoras de transportes públicos terrestres, reajustou  em 6,6%. A passagem foi para R$ 3,20.</p>
<p>Em São Paulo há um subsídio de R$ 1,25 bilhão para completar o  transporte municipal. A tarifa técnica, que é o custo real da passagem  atual é de R$ 4,13, ou seja, o passageiro ao passar pela catraca deixa  de pagar R$ 0,93, que é coberto pelos cofres públicos.</p>
<p>O valor subsidiado atual do sistema é de 23% o que projeta um custo  anual para o transporte municipal de R$ 5,43 bilhões. É esse valor que  deveria sair dos cofres públicos municipais para pagar o sistema  integralmente.</p>
<p>O orçamento municipal de São Paulo para 2013 é de R$ 42,04 bilhões,  sendo a receita tributária desse montante de R$ 17,80 bilhões. Dado que  os recursos já têm previsão de gastos, teria de haver um aumento de R$  4,43 bilhões nos impostos para que o transporte público seja gratuito  para todos.</p>
<p>A estimativa para a arrecadação do IPTU para o ano de 2013 é de R$ 5,3  bilhões na cidade. Dessa forma se o financiamento da tarifa zero no  município viesse unicamente desse imposto ele deveria ser aumentado em  83,58%.</p>
<p>Há de se ressaltar que uma parte da população já tem a tarifa zero, que  são os idosos (homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 60  anos) e os passageiros especiais (pessoas com deficiência física,  auditiva ou visual). Além dos estudantes que pagam meia passagem.</p>
<p>E o sistema estadual, composto pelo Metrô, CPTM e EMTU, sob gestão do governo paulista?</p>
<p>O Metrô e a CPTM tinham corrigido a tarifa em fevereiro de 2012, passou  de R$ 2,90 para R$ 3,00. A variação do IPCA desde início de junho de  2013 foi de 8,8%, ou seja, a tarifa deveria ser ajustada para R$ 3,26,  ao invés de R$ 3,20.</p>
<p>Segundo planilha enviada pelo governo do Estado de São Paulo à  Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo &#8211; ALESP, o custo mensal da  Companhia do Metropolitano de São Paulo &#8211; Metrô é de R$ 181,35 milhões e  as receitas líquidas (tarifa, outras receitas e ressarcimento das  gratuidades) de R$ 169,76 milhões, havendo um déficit de R$ 11,59   milhões cobertos pelo governo estadual. A cobertura pelas receitas da  CMSP é de 93,6%.</p>
<p>A estimativa para o custo anual do Metrô é de R$ 2,176 bilhões. O  governo junto com o custeio das gratuidades &#8211; pelas planilhas  apresentadas &#8211; gastará R$ 427,84 milhões. A previsão é que o governo  estadual deveria aportar mais R$ 1,748 bilhão para que o sistema seja  gratuito.</p>
<p>Na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos &#8211; CPTM o custo mensal é de  R$ 160,03 milhões, enquanto as receitas líquidas são de R$ 105,68  milhões, havendo um déficit de R$ 54,35 milhões. A receita líquida cobre  66,04% dos custos, havendo um complemento de 33,96% pelo governo  estadual.</p>
<p>O custo estimado anual da CPTM é de R$ 1,92 bilhão, dessa forma caberia o  aporte de mais R$ 652 milhões para a tarifa zero nos trens.</p>
<p>A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – EMTU aumentou em 7,5% o  preço das passagens na Região Metropolitana de São Paulo e na Região  Metropolitana da Baixada Santista. A Região Metropolitana de Campinas  não teve reajuste por conta da licitação. O corredor ABD (São  Mateus-Jabaquara) teve aumento de 9,68% e o preço passou de R$ 3,10 para  R$ 3,40.</p>
<p>A cobertura de custo pela receita da EMTU é de 100,51%. Isso indica que a  passagem paga pelo usuário é acima do que custa o sistema.</p>
<p>Para cobrir os custos da EMTU na RMSP, a estimativa é que sejam gastos  algo em torno de R$ 1,5 bilhão anualmente. Na RMBS, o serviço comum  custa R$ 252,39 milhões.</p>
<p>Já o sistema sob gestão da ARTESP, aumentou o serviço classificado como  suburbano em 5,06% em 23 de fevereiro. Esse sistema intermunicipal  atende as cidades do Estado de São Paulo que não estão em regiões  metropolitanas.</p>
<p>Os sistemas de transportes intermunicipais da EMTU e ARTESP atendem a  população mais pobre do Estado de São Paulo e apresentam as passagens  mais caras pelo governo do Estado de São Paulo não entrar com nenhum  subsídio. Na RMSP, a média do preço das passagens é de R$ 3,62 e na  RMBS, de R$ 3,81. É comum em muitas viagens o passageiro pagar valores  acima de R$4,00.</p>
<p>Dessa forma para garantir a tarifa zero nos sistemas de responsabilidade  do governo estadual na RMSP e RMBS, de acordo com os dados apresentados  na planilha enviada à ALESP, o aporte de recursos seria de R$ 4,152  bilhões anualmente.</p>
<p>A receita orçamentária do governo estadual prevista para 2013 é de R$  173,448 bilhões, sendo R$ 95,86 bilhões de receitas tributárias (R$  6,025 bilhões de IPVA, R$ 4,469 bilhões de outras receitas e R$ 85,368  de ICMS).</p>
<p>Nos últimos anos muita coisa tem sido feita na esfera da mobilidade  urbana. O PAC mobilidade urbana prevê mais de R$ 60 bilhões de  investimentos nos transportes públicos do país. São 15 obras de BRTs em  andamento, 13 de corredores de ônibus, quatro metrôs, dois monotrilhos,  um trem urbano e dois VLTS que beneficiarão capitais e grandes cidades  brasileiras como Belo Horizonte, Belém, Brasília, Cuiabá, Curitiba,  Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São  Paulo. Outras obras ainda estão em processo de preparação em todo o  país.</p>
<p>O governo federal já deu passos importantes para a desoneração da tarifa  dos transportes públicos, com a redução do preço da energia elétrica em  32%, o que ajuda empresas operadoras de metrôs, trens e ônibus  elétricos; desoneração da folha de pagamento das operadoras de  transportes e zeragem das alíquotas do PIS e COFINS para o transporte  urbano, que beneficiam aos  operadores de todos os modais.</p>
<p>Essas medidas permitiram que cidades como Guarulhos, São Bernardo do  Campo e Mauá reduzissem o preço da tarifa e a cidade de São Paulo  pudesse fazer um reajuste menor.</p>
<p>Outras medidas poderão fazer parte dessas iniciativas como redução dos  impostos para o diesel usado no transporte público e a CIDE da gasolina,  como defende o prefeito de São Paulo Fernando Haddad, ser cobrado e  utilizado para um fundo de barateamento da tarifa.</p>
<p>Falta aos governadores a iniciativa de redução de ICMS da cadeia produtiva do transporte e aos municípios o ISS.</p>
<p>O transporte público é um dever do Estado e um direito do cidadão e a  redução ou zeragem do preço da tarifa beneficia principalmente os mais  pobres que o utilizam mais.</p>
<p>A mobilidade urbana nas cidades brasileiras tem sido prejudicada devido a  uso intensivo do transporte individual e a qualidade junto com o  barateamento da tarifa poderá estimular que as pessoas troquem o carro  pelo transporte público.</p>
<p>Dessa forma entendemos que a necessidade de discussão de um transporte  com mais qualidade. Modicidade tarifária ou tarifa zero têm de passar  pela sociedade, pela necessidade de aumento dos impostos, mas com o  benefício de ter transporte público à disposição de todos.</p>
<p>É um movimento que se dará ao longo do tempo com a sua inclusão na pauta política do país.</p>
<p>O debate deve ser feito de maneira ponderada e de acordo com a capacidade fiscal dos governos.</p>
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		<title>Oferecer acesso ao crédito para beneficiários do Minha Casa, Minha Vida é fundamental, afirma Dilma</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do Blog do Planalto &#8211; A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta quarta-feira (12), em Brasília, o cartão Minha Casa Melhor, que vai disponibilizar aos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida R$ 5 mil em crédito para compra de móveis e eletrodomésticos. A linha de financiamento vai totalizar R$ 18,7 bilhões, e estará disponível aos usuários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.planalto.gov.br/oferecer-acesso-ao-credito-para-beneficiarios-do-minha-casa-minha-vida-e-fundamental-afirma-dilma/">Do Blog do Planalto</a> &#8211; A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta quarta-feira (12), em Brasília, o cartão Minha Casa Melhor, que vai disponibilizar aos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida R$ 5 mil em crédito para compra de móveis e eletrodomésticos. A linha de financiamento vai totalizar R$ 18,7 bilhões, e estará disponível aos usuários pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. A presidenta ressaltou, em discurso, a importância do acesso dessa faixa da população ao crédito, e a bens mais modernos e eficientes.</p>
<p>“O Minha Casa Melhor é preciso em garantir aos bens modernos que não gastam tanta energia para a população, que no Brasil não tem acesso ao crédito e que pode ter acesso ao crédito. Ao mesmo tempo, ele assegura acesso a bens, e ao mesmo tempo, ele assegura que esses bens sejam mais eficientes. (…) É fundamental que essa parcela da população tenha acesso ao crédito. E aí, o que nós vamos garantir? Taxas de juros de 5%, 48 meses para pagar e vamos exigir que as pessoas estejam em dia com o programa de pagamento da sua moradia”, afirmou.</p>
<p>As famílias de qualquer faixa de renda poderão financiar até R$ 5 mil, com taxas de 5% ao ano, prazo de pagamento de até 48 meses e desconto de 5% em relação aos preços à vista. Entre os itens disponíveis estão geladeira, fogão, lavadora de roupas automática, computador, TV digital, guarda-roupa, cama de casal e de solteiro (com ou sem colchão), mesa com cadeiras e sofá.</p>
<p>“Eu queria aqui reiterar o que eu disse no 1º de maio, a respeito de o Brasil ter mudado de fase. O Brasil mudou de fase porque nós tornamos o compromisso com maior qualidade de vida, com melhor acesso a bens, com melhor emprego, com melhor renda um compromisso de toda nação. E acredito que um país vencedor será sempre aquele país que faz com que todo o seu povo seja vencedor”, disse.<br />
<a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Dilma_21.jpeg"><img title="Dilma_2" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Dilma_21-500x217.jpg" alt="Dilma 21 500x217 Oferecer acesso ao crédito para beneficiários do Minha Casa, Minha Vida é fundamental, afirma Dilma" width="500" height="217" /></a></p>
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